Como posso dar-te o que nem conheço em mim?
Que poderei eu retribuir o que nem percebo?
A quem posso defender sobre o que não sei?
Esta minha sina? Fria sensação de falsa recíproca?
Maldita vontade de não estar perto por vontade!
Maldade.
Blog criado certamente para falar de coisas incertas. Há muitos mistérios que circundam nosso planeta, nosso cotidiano, nossas incertezas, que nossa vã filosofia duvida, ainda nos impulsionam a verdades improváveis.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Meu Canto!
Esses agudos dissonantes...
... do rouxinol que clama atenção,
faz-me lembrar de sempre entoar minha voz aos sete cantos...
Eis - me outra vez a mercê da poesia, esta que se entrega a qualquer mão faminta...
que se dá aos prazeres dos olhos... e nunca se cala.
Me atrai, e rouba de mim meus melhores pensamentos... toma pra si toda minha angústia.
Como não sei esquecer de ti, em teu ninho, deito meus olhos para descansar na eternidade.
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