terça-feira, 12 de abril de 2011

Desconcerto!

Me descontrolo ao saber fugi de Ti...
É nesse teu olhar que me desconcerto,
Sombria sensação de desassossego, Cálida sensação de desamor
                 [de ex-amor...]
Abatido em perder-te, só vem à lembrança o teu ultimo olhar a mim dado.
                                            Fruto do inesperado...





PS.: É engraçado quando como surge uma poesia... Nunca justifiquei a criação das meus loucos poemas, mas este veio fruto de uma lembrança, de uma menina que nem minha foi [rsrsrs], a usufruto da liberdade poética, minha amada minha se fez...

3 comentários:

  1. Meu queirdo,
    Em primeiro lugar parabéns pela sua nova criação: é de uma singeleza espontânea impressionante!!!
    Agora sim, o que eu quero dizer é sobre a observação e a "expilcação" do poema: isso que aconteceu com você já virou rotina na minha vida e está presente em grande parte dos meus poemas... E quem garante que os grandes expoentes da Literatura Universal não o fizeram? Aliás, sabiamente, disse o extraordinário Fernando Pessoa:
    "O Poeta é um fingidor..."

    Vida longa à Poesia,

    Abraços

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  2. rsrs, é verdade, e assim espero, não por mim, mas pela arte...
    Obg Paulo, volte sempre.

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